Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
pesquisar neste blog
posts recentes

Síntese da sessão do dia 18 de Setembro

Análise Reflexiva - Grupo 1

Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - Grupo 1

1º Ensaio (individual) na Avaliação de Recursos para Quadros Interactivos

Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - grupo 2

Mapa Conceptual actualizado

Síntese da sessão do dia 7 de Julho

Síntese da sessão do dia 25 de Junho

Síntese da sessão do dia 18 de Junho

Grelha para avaliação de recursos para QI

arquivos

Setembro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

tags

todas as tags

participar

participe neste blog

Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Avaliação de recursos para QI

Boas!


Eu e a Rita estivemos a analisar alguns recursos do reportório da Promethean e surgiram-nos algumas dúvidas.


Sendo assim optámos por primeiramente escolher apenas um recurso e avaliá-lo.


Não sabíamos se era isto o pretendido, no entanto considerámos que deviamos fazer uma avaliação mais detalhada para podermos classificá-lo, e recorremos então a algumas tabelas da nossa pesquisa.


Aguardamos feedback!


 


Ver aqui!


tags: ,

publicado por catarinaoliveira às 01:07

Objectivo - as técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

 




No que se refere a métodos para a avaliação de Software Educativo, Silva (2000) apresenta os seguintes, segundo Begoña e Spector (1994):


·         Avaliação orientada para o produto


·         Avaliação orientada para o usuário


·         Avaliação orientada para o contexto


·         Avaliação analítica


·         Avaliação por peritos


·         Avaliação observacional


·         Avaliação por inspecção


·         Avaliação experimental




Por sua vez, Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora referem que para avaliar um produto de um software devemos analisar diversas características como as características na série de normas NBR ISO/IEC 9126 [ABNT 2003].  “As normas ISSO constituem um modelo de qualidade de software genérico, sem levar em consideração as especificidades do sector de aplicação do software a ser avaliado” (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).


Mais à frente apresentam as seguintes metodologias de Avaliação de Softwares educacionais:


Gamez (1998) – Técnica de Inspecção de Conformidade Ergonômica de Software Educacional (TICESE). Baseia-se na orientação do avaliador na realização de inspecção de conformidade ergonômica dos softwares. Recorre a um “formulário de inspecção” que consiste numa checklist.


Gladcheff (2001) – Questionário para avaliar o ensino da Matemática no Ensino Fundamental (considerando aspectos técnicos, aspectos relacionados com a educação em termos gerais e aspectos específicos da Matemática). Sugere também a elaboração de um relatório final da avaliação.


Oliveira (2001) – Checklist. Tratamento quantitativo de dados, tendo em conta aspectos técnicos e pedagógicos.


Batista (2004) – SoftMat, adaptada de Gladcheff (2001) e Gamez (1998). É composta por uma checklist disposta em cinco blocos que consideram as normas técnicas da ISO. Tratamento quantitativo de dados.


Nos seguintes links podemos observar algumas ajudas que encontrei para percebermos um pouco melhor as norma ISO:


·         http://www.powerpoint-search-engine.com/normas-de-qualidade-iso-9126-ppt.html


·         http://php.cin.ufpe.br/~laps/laps/arquivo/arquivo_13.pdf





Referências:



Silva, C. M. T. (2002). Avaliação de Software Educacional. In: http://www.revistaconecta.com/conectados/christina_avaliacao.htm. Consultado em: 15 de Abril de 2010. 



Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010.


 


tags: , , , ,

publicado por catarinaoliveira às 00:22
2

Objectivo - os critérios e indicadores

Os autores Hall e Martin, (1999, p. 189) referem que os critérios são necessários para orientar os professores na selecção de software (Khalifa et al, 2000).


Khalifa et al (2000) mencionam que a selecção de software para uso em sala de aula deve ser orientada pelas necessidades de aprendizagem dos alunos. O software deve tornar a aprendizagem mais fácil, fornecendo ajuda adequada, clara instrução, feedback útil e opção de correcção dos erros.


Para estes autores o software deve apresentar as seguintes características gerais:


- Facilidade de uso


- Direccionado e adaptado às características das crianças.


- Educacional


- Divertido


- Design Features


- Valor / Custo


Por outro lado, deve também apresentar várias características necessárias, uma vez que deve ser de fácil instalação e deve ter a possibilidade de gravação do que foi feito.


Khalifa et al (2000) referem ainda que o software deve oferecer às crianças uma educação sólida e altamente motivadora.


No que se refere aos critérios para escolher software mencionam a utilização de uma checklist. Baumgartner e Payr (1997) apresentam algumas vantagens e desvantagens das mesmas, às quais também dá o nome de listas de verificação. Como vantagens referem que são económicas, fáceis de organizar e objectivas. Como desvantagens mencionam que a decisão pode não ser a mais objectiva, uma vez que cabe ao avaliador inferir segundo aquilo que se encontra nas checklist.


Estes últimos autores apresentam dois métodos para a ponderação de critérios na avaliação do produto:


Numerical Weight and Sum (NWS)


Forma geral chama-se “multiattribute utility analysis” (Scriven 1991b)


- Existe uma escala para a relevância (peso) de cada critério.


- O avaliado é avaliado para cada critério.


- A avaliação multiplicada pelo peso dá o resultado para cada critério, os resultados são somados para cada avaliado.


- O resultado final é um número único para cada avaliado.


Este método tem alguns problemas intrínsecos, como na assunção de uma escala linear de utilidade para todos os critérios, aquando da explicação e agregação dos valores numéricos, uma vez que é uma suposição claramente errada.


Qualitative Weight and Sum (QWS)


Este método alternativo supera as dificuldades metodológicas da abordagem numérica e consiste em três etapas:


1.º passo: Construir a lista de critérios


2.º passo: Ponderação dos critérios


3.º passo: Ranking


Trata-se de um método complexo e não oferece um claro algoritmo de decisão. Às vezes necessita de ser aplicado várias vezes e as avaliações têm que ser refeitas em função dos resultados anteriores.


Segundo Campos e Campos (2001) na avaliação de um software educacional devem se considerar os seguintes aspectos: características pedagógicas, facilidade de uso, características de interface, adaptabilidade, documentação, portabilidade e retorno do investimento. Além disto, referem ainda que também se devem considerar como critérios o preço acessível, a disponibilidade no mercado, a possibilidade de obtenção de cópias, os convénios e a análise de versões demonstrativas (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).


 


Referências:


Khalifa, S., Bloor, C., Middelton, W., Jones, C. 2000. Educacional computer software, technical, criteria, and Quality. In: http://proc.isecon.org/2000/402/ISECON.2000.Khalifa.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010. 


BAUMGARTNER, P. & PAYR, S. (1997). Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA). In: http://www.medidaprix.org/mdd_2001/easa-evaluation.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010. 


tags: , ,

publicado por catarinaoliveira às 00:20

Objectivo - os objectivos da avaliação

No documento “Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA)” Baumgartner e Payr apresentam várias definições de avaliação. Segundo Worthen e Sanders (1987) a avaliação “é a determinação do valor de uma coisa”. Para Scriven (1991) “avaliação é o processo de determinação do mérito, do valor das coisas, e as avaliações são o produto desse processo”.


Para estes autores a avaliação apresenta alguns problemas nas suas etapas. Para apresentar esses problemas que o autor refere elaborei a seguinte tabela.




Lógica da avaliação:



Problemas das etapas:



Formulação de critérios de valor



Por maior que seja a lista de critérios, nada garante que eles possam ser independentes uns dos outros, nem que tenham igual importância. As longas listas não resolvem problemas.



Elaboração de normas



A elaboração de normas implica que os critérios sejam bem operacionalizados, o que ainda não foi feito para a maioria dos critérios aplicados na avaliação de software educativo. Tem por base três grandes níveis de padrões: necessidades e exigências, desejos e ideais.



Medição e comparação (análise)



A análise pode ser um pouco subjectiva, no entanto, segundo os autores, o subjectivismo pode se tornar um aspecto positivo uma vez que ajuda a integrar opiniões diferentes.



Juízo de valor (síntese)



A integração de critérios avaliados individualmente num juízo de valor implica uma definição prévia do papel ou do peso de cada critério. Esta integração deve ter por base os pressupostos teóricos que têm de orientar o processo de avaliação.




Para Khalifa, Bloor, Middelton e Jones (2000) o principal factor que proporciona uma melhor experiência de aprendizagem é a escolha de software em que haja a combinação entre educação e entretenimento. Para isso é necessário usá-lo e analisá-lo previamente.


Estes autores referem ainda que para Jones et al (1993) é crucial descobrir o que acontece com os alunos durante o uso do software.


Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora (2004) mencionam que os softwares educacionais também necessitam de avaliação tanto no que se refere a aspectos técnicos como pedagógicos.


 


Referências:


Baumgartner, P. & Payr, S. (1997). Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA). In: http://www.medidaprix.org/mdd_2001/easa-evaluation.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Khalifa, S., Bloor, C., Middelton, W., Jones, C. 2000. Educacional computer software, technical, criteria, and Quality. In: http://proc.isecon.org/2000/402/ISECON.2000.Khalifa.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010.



publicado por catarinaoliveira às 00:08

Objectivo - o objecto a avaliar e as funções do estudo de avaliação

No artigo “Repensando Modelos de Avaliação de Software Educativo” Brandão refere que software didáctico, inclui programas de várias ordens: cursos de auto-instrução; programas que o professor pode usar em sala de aula como suporte às explicações de um certo argumento; unidades didácticas que incluem fases do trabalho no computador, com problemas predispostos; software aplicativos (data-base, word-processor, planilha electrónica, etc.) adequados a um uso educativo específico; programas demonstrativos, ou de cálculo, relativos a argumentos disciplinares.


Software didáctico é, assim, um produto com diversas finalidades pedagógicas, de modo a poder ser aplicado em estratégias diversas (tutorial, drill & practice, simulação, help-in-line, inquiry, jogos) e podendo ser realizado com recursos informáticos mais ou menos sofisticados, inclusive, com princípios de inteligência artificial.


“É necessário portanto, encontrar no software didático características que assegurem uma maior probabilidade de sucesso no âmbito educacional, a partir da análise dos seguintes elementos: a interface, o conteúdo, o grau de interatividade, a estratégia utilizada, a motivação, o controle por parte do usuário e a mídia utilizada.”


Brandão, refere ainda que para avaliar software didáctico, segundo Edmilson Jorge Ramos, podemos em  primeiro lugar procurar a resposta às seguintes questões:



Segundo Giraffa (1999) software educacional é todo o programa que utiliza uma metodologia que o contextualize no processo ensino e aprendizagem (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).


 


 


Referências:


 


BRANDÃO, E. J. R. Repensando Modelos de Avaliação de Software Educativo. In: http://www.minerva.uevora.pt/simposio/comunicacoes/artigo.html. Consultado em: 15 de Abril de 2010.


Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010.


tags:

publicado por catarinaoliveira às 00:06

Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Sessão de dia 22/4/2010

Viva!
Desculpem só deixar esta mensagem agora mas tive um problema na Internet que só consegui resolver esta tarde. Vou estar de baixa quinze dias e, portanto, vamos ter que ir trabalhando a distância, através deste nosso espaço.

As tarefas a realizar até hoje são as definidas na semana passada (ver em: http://apme.blogs.ua.sapo.pt/5439.html). Embora já estejam disponíveis várias sínteses, há quem ainda não tenha introduzido nenhuma e as minhas sugestões nem sempre estão a ser consideradas, o que vai dificultar a realização da síntese global. Introduzam tags nas mensagens.

Dentro das minhas possibilidades vou tentar reagir mas não deixem de comentar as sínteses dos colegas. Lembrem-se que o que se pretende nesta etapa é que fiquem com uma perspectiva o mais alargada possível do tema da unidade curricular (consultem os objectivos definidos no guião da unidade curricular). Vejam comentários a uma das sínteses do António.

Quando deixarem as vossas mensagens procurem usar um tipo de letra semelhante ao que tem sido usado. O António, por exemplo, usou uma letra muito grande.

Se contactarem a Raquel, perguntem-lhe o que se passa e peçam para me enviar uma mensagem.

Bom trabalho!
MJL

 


tags: , ,

publicado por mjoao às 17:16

Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Sínteses da Inês Isidoro

Síntese 1 – “Avaliação do Software Educativo para o ensino da matemática”

 

Neste documento pretende-se analisar os softwares educativos. O software educativo é avaliado consoante a sua consistência da representação, usabilidade, qualidade da interface e qualidade do feedback.

O objectivo da avaliação consiste em encontrar um software que se adequa à educação da matemática: os processos cognitivos, o raciocínio, as estratégias adoptadas durante o processo de resolução, os estágios de desenvolvimento relativos às habilidades envolvidas e caracterização dos diversos problemas e seu nível de complexidade.

 

Informação recolhida sobre a avaliação:

iisidoro.blogs.ua.sapo.pt/1264.html

 

Referência:

Gomes, A., Filho, J., Gitirana, V., Spinillo, A., Alves, M., Melo, M., Ximenes, J. (2002). Avaliação de software educativo para o ensino de matemática. Florianópolis (SC).

 

-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----

 

Síntese 2 – “Avaliação de Aplicações Educativas de Ciências da Natureza: Desenvolvimento e Implementação de uma Abordagem Hipermédia”

 

Este artigo desenvolveu uma ferramenta hipermédia de apoio à avaliação de aplicação educativa de Ciências da Natureza. O objecto de avaliação é a “Hiper_Lista” que valoriza as perspectivas de avaliação educacional, sumativa, integradora e qualitativa.

 

Informação recolhida sobre a avaliação:

iisidoro.blogs.ua.sapo.pt/1514.html

 

Referência:

Silva, M. J., Gomes, C. A. (s/d). Avaliação de Aplicações Educativas de Ciências da Natureza: Desenvolvimento e Implementação de uma Abordagem Hipermédia. Consultado em 8 de Março de 2010. http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt2003729182052paper-034.pdf

 

-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----

 

Síntese 3 – “Ambiente Virtual para análise de Softwares Educativos”

 

O objecto de avaliação neste artigo é um ambiente virtual que tem como objectivo avaliar um software educativo.

Esses ambientes virtuais, conforme os autores do artigo, são classificados segundo as aplicações hipermédias; sites educativos; sistemas de autoria para cursos à distância; salas de aulas virtuais; frameworks para a aprendizagem cooperativa; ambientes distribuídos para a aprendizagem cooperativa; e, portais educativos.

Também são classificados quanto aos métodos (aplicativos fechados e aplicativos abertos), quanto à aprendizagem do aluno (sequencial, relacional e criativo) e quanto aos objectos pedagógicos (tutoriais, aplicativos, ambientes de programação, exercícios e prática, multimédia e internet, simulação e jogos).

Entre vários ambientes virtuais, os autores referem o ambiente C.A.S.E. neste ambiente, a avaliação baseia-se em análise de aspectos técnicos e pedagógicos, aspectos relativos ao currículo e à aprendizagem do aluno e aspectos relativos ao trabalho do docente.

 

Informação recolhida sobre a avaliação:

iisidoro.blogs.ua.sapo.pt/760.html

 

Referência:

André, R., Daniel, A., Guilherme, B., Gomes, S. (2003) Ambiente Virtual para Análise de Software Educativo. Campinas (SP).

 

-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----

 

Síntese 4 – “Ajudar a avaliar o Software”

 

O objectivo da avaliação consiste em avaliar e analisar um programa de software para, posteriormente, ser utilizado nas aulas.

                Este artigo refere que existem muitos métodos de avaliar, mas o uso do questionário informatizado é o mais adequado. Se for com perguntas fechadas, torna-se fácil de exploração.

                Os autores deste artigo sugerem os seguintes critérios: a avaliação da qualidade técnica (configuração, operação, assistência técnica, aspectos Web); a ergonomia (orientação, cargo de trabalho, manipulação, homogeneidade, adaptabilidade); os documentos multimédia (textos, documentos visuais, documentos sonoros, interdependência); o cenário (estrutura, ferramentas de navegação, ficção); as ferramentas pedagógicas (situação, conteúdos, personalização, actividade, assistência, avaliação); e, as impressões gerais do observador.

 

Informação recolhida sobre a avaliação:

iisidoro.blogs.ua.sapo.pt/1621.html

 

Referências:

Hu, O., Trigano, P., Crozat, S. (s/d). Une aide à l’evaluation des logiciels multimédias de formation. Consultado em 28 de Março de 2010. http://www.hds.utc.fr/~ptrigano/publications/STE_hu.pdf

 

-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----x-----x-----x-----x-----x----x-----

 

Síntese 5 – “Os Softwares de Aprendizagem”

 

                Este artigo procura classificar os softwares com critérios relevantes para a educação.

                Os softwares são avaliados em oito funções (indicando em cada uma delas o tipo de software, as tarefas propostas aos alunos, o tipo de teoria apresentada e utilizada e o tipo de conhecimento utilizado): apresentação da informação; possibilidade da realização de exercícios; ensinar verdadeiramente; captação da atenção e motivação do aluno; espaço de exploração; ambiente para a descoberta de leis naturais; ambiente para a descoberta de domínios abstractos; e, espaço de intercâmbio entre alunos/estudantes.

 

Informação recolhida sobre a avaliação:

iisidoro.blogs.ua.sapo.pt/2110.html

 

Referência:

Vries, E. (2001). Les logiciels d’apprentissage: panoplie ou évantail?. Consultado em 16 de Março de 2010. http://edutice.archives-ouvertes.fr/docs/00/00/15/75/PDF/deVries_RFP.pdf

 



publicado por iisidoro às 18:22

editado por mjoao em 22/04/2010 às 15:36

Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
Sessão de dia 15/4

Síntese da aula:

Contrariamente ao anunciado, ainda não foi nesta aula que se fez a síntese das leituras, em parte porque ainda não tinham sido divulgadas. Assim sendo e enquanto alguns colegas estavam a disponibilizar as suas sínteses no blog, foram tiradas dúvidas que ainda existiam relativamente à utilização da ferramenta de comunicação e sobre a organização das sínteses. Quanto às sínteses e tendo em vista facilitar o cruzamento de informação e a elaboração dos mapas, chamou-se novamente a atenção para o comentário já disponibilizado.
Atenção!!! As referências não estão a ser feitas usando as normas APA e as leituras feitas não estão a ser disponibilizadas nas ligações.

Tarefas:


tags: , , ,

publicado por mjoao às 22:02

Avaliar Software Educativo
Mestrado: Didáctica - Especialização em Tecnologia

Unidade Curricular: Avaliação de Produtos Multimédia Educativos

Docente: Dra. Maria João Loureiro

Mestrando: António José Coelho Alves

 

Avaliação de Software Educativo

 

Numa breve leitura efectuada à comunicação de Carlos Nogueira Fino na Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, realizada na Universidade do Minho em 2003 e postado in Actas da III conferência (pp.689-694), surgem aspectos que mereceram da nossa parte alguma reflexão e concordância com o autor. O artigo tem início com a avaliação de manuais escolares versus avaliação software educativo. Neste ponto, ainda não existem por parte do Ministério de Educação, orientações para analisar do ponto de vista "educacional", o software já rotulado de origem e, quanto a nós, ainda bem.Embora reconheçamos as elevadas expectativas sobre a utilização de software multimédia em contexto educativo, o seu grau de penetração efectivo nas nossas escolas, parece ser ainda muito reduzido. Alguns factores como o desconhecimento sobre o software e a incapacidade para identificar os produtos que lhes possam ser úteis, são apontados como causa para os problemas detectados e que, em nossa opinião, fomentar planos de formação ajudariam a resolver esses problemas.


 

Avaliar software educativo requer independência e precisão. O autor salienta a conceptualidade e arquitectura teórica subjacente a cada grelha de avaliação, próprias de cada autor das mesmas, reclamando até da perspectiva construtivista inerente às grelhas. O artigo ajuda-nos a ter uma percepção mais objectiva quanto ao uso de grelhas de avaliação, já que, estas possuem limitações como ferramentas de recolha de informação. Consideramos que será importante a definição muito clara, de critérios para avaliar software educativo, isto se, nos tentarmos, pela construção das nossas próprias grelhas. Um ponto que parece ser positivo, tendo em conta que, a agressividade do marketing de software dito educativo, apenas olha para a educação como um mercado a explorar . O autor segue, na sua análise, fazendo uma abordagem quanto à utilidade que os computadores devem ter em contextos educativos, considerando que qualquer software "educativo" ou não é bom, se ajudar o professor a criar contextos.


 

Quanto a nós, é importante não só, a definição de critérios de utilização. do ponto de vista pedagógico, interessa também averiguar que materiais e documentação acompanham a aplicação, quais os seus objectivos e a forma como estão elaborados, de que maneira podem contribuir para apoiar o aluno na aprendizagem e o próprio professor, por exemplo, em termos de sugestões de utilização e exploração didácticas. Estamos de acordo quando o autor refere a necessidade da envolvência do professor no processo de análise e, toda a informação daí resultante. esta será, de certeza, a estratégia correcta em ordem a uma maior e pedagogicamente adequada utilização de software educativo em actividades de natureza curricular.

tags:

publicado por ajca às 18:45

editado por mjoao às 21:222

Instrumentos de Avaliação de Software Educativo
Mestrado: Didáctica - Especialização em Tecnologia

Unidade Curricular: Avaliação de Produtos Multimédia Educativos

Docente: Dra. Maria João Loureiro

Mestrando: António José Coelho Alves

 

 

                Os instrumentos de avaliação de software educativo, podem ser classificados em: checklists, escalas de avaliação, formulários,questionários e sistemas. Podem ainda apresentar-se de forma híbrida, ou seja, utilizando agrupamentos de técnicas para identificação dos problemas de usabilidade.

                A seguir apresentamos uma breve síntese das características de alguns instrumentos de avaliação de software educativo.

MAQSEI - Metodologia para Avaliação da Qualidade de Software Educacional Infantil. Para o Atayde, este instrumento abrange aspectos pedagógicos e técnicos, podendo ser utilizado em avaliações formativas, colaborando para que se descubra defeitos no seu desenvolvimento e se introduzam as necessárias modificações. O autor recomenda que este instrumento seja aplicado antes e durante a utilização em contexto de sala de aula.

PEDACTICE - Instrumento que tem como objectivo ajudar os professores na avaliação, selecção e uso de programas multimédia numa perspectiva multidimensional, aplicando-se a softwares educativos já concluídos, antes da utilização em sala de aula. Pode ser aplicado por professores.

                Ainda dentro dos instrumentos de avaliação de software educativo, abordaremos também de forma sintética, alguns sistemas, isto é, programas destinados a realizar funções específicas, tais como avaliação de produtos educativos com o objectivo de auxiliar o utilizador no processo de avaliação qualitativa e selecção de software educativo.

CASE - Comunidade de Análise de Software Educativo. O CASE permite a criação de um ponto de encontro para uma comunidade de profissionais (educadores e designers) interessados na análise (classificação e avaliação) e design de softwares educativos. Pode ser utilizado ante, durante e depois em contexto educacional.

MEMI - Méthode Pour l´Évaluation de Multimedia Interactive (CROZAT, 2001). Para o autor este sistema tem como princípio obter a opinião subjectiva de utilizadores não especialistas sobre as características das interfaces. O objectivo deste instrumento é encontrar um equilíbrio entre a avaliação, considerando os dados objectivos e aqueles orientados para os critérios subjectivos.

MEDA - Sistema Multimédia para Avaliação de Produtos Educativos. Este instrumento permite a cada avaliador construir uma grelha de avaliação adaptada às necessidades de averiguação identificadas por cada um. Salienta-se aqui, que se considera avaliador o que projecta o software e o professor.

SASE - Sistema de Apoio à Avaliação de Software Educativo. Instrumento que auxilia o utilizador no processo de avaliação da qualidade para a selecção de software educativo. Pode ser utilizado na avaliação sumativa e formativa e está direccionado para a utilização antes da aplicação do software na sala de aula. Ferramenta que pode ser aplicada por professores e equipas do ensino superior na avaliação e selecção de produtos de software educativo (tutoriais, exercícios e práticas, simulações, jogos e sites na web.

 

REFERÊNCIAS

Abordagens de Avaliação em Contexto Educacional - Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65132009000300003&script=sci_arttext> Acesso em: Março, 2010.

tags: ,

publicado por ajca às 18:41

mais sobre os autores deste blog ...
Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários