Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
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Domingo, 23 de Maio de 2010
Grelha de avaliação de software

Encontra-se aqui o primeiro esboço de uma grelha de avalliação.


Agora, é só analisar e completar/melhorar.


http://www.box.net/files#/files/0/f/43271589/1/f_438997441


 


 


 


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publicado por iisidoro às 13:47
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010
Síntese da sessão da aula de 20 de Maio

Tarefas realizadas:

- Análise dos dois mapas conceptuais já elaborados.

- Construção do mapa conceptual global. 

- Selecção das dimensões e dos critérios a privilegiar para a análise de recursos para QI (ver aqui).

 

Para a próxima aula (27 de Maio) o mapa conceptual global deve ficar concluído. Deve-se também continuar a completar e a analisar a tabela dos critérios para a análise de recursos para QI.

 

 

Neste momento o mapa conceptual encontra-se assim:

Mapa Conceptual Global


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publicado por catarinaoliveira às 10:36
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
Mapa conceitual II

O nosso grupo fez o mapa conceitual segundo os topicos:


1- Objecto a avaliar e as funções do estudo da avaliação;


2- A natureza do estudo da avaliação;


3- Objectivos da avaliação;


4- Intervenientes.


 



Agora é so juntarmo-nos para fazer o final...


 


De: António Alves; Inês Isidoro; Lúcia Pereira; Mª Clara Clemente


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publicado por lmmp às 22:47

Mapa Conceptual

Olá pessoal!

O nosso grupo fez o Mapa Conceptual baseado nos seguintes objectivos:

- Critérios e Indicadores

- Técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

- Tratamento e análise dos dados recolhidos

- Conclusões

 

A parte das conclusões ainda não está completa, uma vez que devem estar de acordo com todos os objectivos. Assim aguardamos o vosso mapa de conceitos, para podermos em conjunto proceder às conclusões.

Bom trabalho!

 

 


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publicado por catarinaoliveira às 17:38

Quarta-feira, 12 de Maio de 2010
Avaliação de 3 projectos para Quadros Interactivos

Sem a orientação de uma tabela, só com base nos textos lidos e pesquisados, os três projectos foram classificados de seguinte forma:

 

Muito Bom:

     Título do projecto: Geo_arte

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://moodle.crie.min-edu.pt/mod/book/view.php?id=18996&chapterid=37

    

Bom:

     Título do projecto: Animação de Imagens

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/Forms/AllItems.aspx

 

Mau:

     Título do projecto: Tipo de Desenho

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/Forms/AllItems.aspx


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publicado por iisidoro às 09:01

Sábado, 8 de Maio de 2010
Os Critérios e Indicadores

Este artigo apresenta um instrumento para avaliar a qualidade de um software educativo de Matemática, estabelecendo alguns critérios que ajudam o professor na tomada de decisão. Critérios esses, que na minha opinião se podem generalizar não só para a matemática mas para outras disciplinas.


Segundo Saraiva(1998) um software educativo deve ser escolhido criteriosamente para cumprir os objectivos e actividades propostas para a aula. Para que isso aconteça não basta ao professor saber utilizar um computador, mas sim saber as vantagens de utilização destas ferramentas na organização do pensamento e sociabilização do aluno [Pinto 1999].


Um factor importante para a adequada exploração de tais recursos é que a escola tome consciência de que a informática não pode ficar restrita a um “responsável pelo laboratório”, mas faça parte das disciplinas, numa abordagem interdisciplinar, fornecendo condições para sua efectiva utilização por parte dos professores e alunos [Lopes, Pinto and Veloso 1998].


O artigo chama ainda a atenção para a necessidade do software educativo permitir ao aluno explorá-lo e não ser do tipo “exercício e prática”, que pode ser interessante em situações de reforço da aprendizagem, mas que são limitativos da evolução do aluno.


Um Produto de Software é definido pela norma ISO/IEC 9126-1 [ISO9126-1 1997] como "uma entidade de software disponível para ser usada pelo utilizador" e, Qualidade de Software é definida como "a totalidade das características de um produto de software que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades explícitas e implícitas".


As características de funcionalidade, usabilidade, confiabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade foram estabelecidas pela Norma ISO/IEC 9126, publicada em 1991, sendo este o conjunto de atributos que permite avaliar e descrever a qualidade de um produto de software genérico [Tsukumo 1997].


Segundo Gladcheff (2001) são abordadas cinco modalidades distintas de software educativo (tutorial, simulação, sistema hipermédia, exercício e prática, jogo pedagógico). O artigo aqui exposto dedica-se apenas ao estudo da última modalidade.


Assim sendo apresentam-se resumidamente os aspectos a serem verificados em software educativo de Matemática:


-Aspectos Técnicos


                Documentação/Manual do utilizador (Impresso ou on-line)


                Software




-Aspectos Pedagógicos Gerais


O professor/educador deverá observar:


                Quanto aos objectivos


                Quanto à usabilidade


                Quanto aos conceitos


                Praticabilidade




-Aspectos a serem verificados no software educativo de Matemática do tipo jogo pedagógico


                Objectivo Educativo / Vocabulário / Conceitos Matemáticos


                Conteúdo


                Usabilidade


                Interactividade


                Desafio


                Aspectos Lúdicos


                Aspectos Psicopedagógicos


                Feedback


                Desempenho do aluno


                Exercícios


                Apresentação de problemas



 


Referências:


Gladcheff, Zuffi, Dilma Silva (2001). Um Instrumento para Avaliação da Qualidade de Softwares Educacionais de Matemática para o Ensino Fundamental.


In: http://www.webgincana.com.br/HotSites/CTA/_laboratorios/lemc/artigoWIE2001.pdf. Consultado em 8 de Maio de 2010.


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publicado por davidmonteiro às 17:39

Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
Síntese da sessão da aula de 06 de Maio

Pontos abordados:

- Reflexão acerca do trabalho desenvolvido até à data, nomeadamente, a qualidade da participação no blog, a falta de interacção e a falta da realização atempada das tarefas;

- Clarificação/ redefinição do trabalho a desenvolver;

 

Tarefas a realizar até ao dia 20 de Maio:

- Construção de um mapa conceptual em grupo atendendo aos objectivos específicos da unidade curricular. Disponibilizar no blog até ao dia 13 de Maio, para depois entre o dia 13 e o dia 20 de Maio se discutir os mapas.

 

Grupo 1

António, Clara, Inês e Lúcia

 

Grupo 2

Ana Rita, Catarina, David e Raquel

 

Para a construção dos mapas conceptuais disponibilizamos o link do mindmeister e do cmap .

 

 

 

 


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publicado por catarinaoliveira às 20:16

Ensaio sobre a Avaliação

 Extractos pertinentes de um livro de Correia(2004) sobre a avaliação das aprendizagens à luz da lei de Bases do Sistema Educativo, do Decreto-Lei n.º 6/2001, que estabelece os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens e o despacho Normativo n.º 30/2001, que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens, assim como os efeitos dessa avaliação.

 

A avaliação visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção da metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Equidade

 O programa de Governo assume como objectivo estratégico a garantia de uma educação de base para todos, entendendo-a como início de um processo de educação e formação ao longo da vida[…]

in Decreto-Lei n. 6/2001

 As práticas de avaliação para a equidade têm em conta a diferença – a diversidade respeitante à proveniência étnica e social e identidade cultural, às condições físicas e intelectuais. E permitem modos diferentes de evidenciar as aprendizagens.

 

Princípio da Positividade

 A avaliação das aprendizagens assenta na valorização da evolução do aluno, nomeadamente ao longo de cada ciclo.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 A avaliação é um processo onde se recolhe evidência. Equacionada na perspectiva da positividade, faz sobressair os conhecimentos que os alunos possuem e as capacidades, aptidões e atitudes que lhes permitem usar esse conhecimento – as estratégias pessoais de colocar o saber em acção.

Nesta perspectiva, o avaliador coloca-se numa atitude de descoberta dos aspectos descritores da evolução do aluno face às expectativas.

 

Princípio da Melhoria

 A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Coerência

A avaliação das aprendizagens assenta na consistência entre os processos de trabalho e as aprendizagens e competências pretendidas através da utilização de modos e instrumentos de avaliação diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A avaliação deve ser um processo coerente. O processo de avaliação é constituído por quatro fases – planificar a avaliação, recolher evidências, interpretar a evidência e usar a evidência – estas etapas estão perfeitamente ajustadas para formar um todo coerente.

 

Princípio da Transparência

A avaliação das aprendizagens assenta na transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicação dos critérios adoptados.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A informação acerca do processo de avaliação deve estar disponível para todos aqueles a que diz respeito a avaliação. Os alunos devem ter conhecimento da configuração do instrumento de avaliação e propósitos subjacentes.

Os resultados da avaliação, de carácter qualitativo e/ou classificação, deverão ser divulgados atempadamente e dadas informações úteis aos alunos sobre o seu trabalho.

 

Princípio da diversificação de procedimentos


A avaliação das aprendizagens utiliza modos e instrumentos de avaliação diversificados de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


Subjacente à diversificação de procedimentos de avaliação está a ideia de que a diversidade permite reduzir fragilidades inerentes à recolha de dados – variando os métodos e respectivos instrumentos de avaliação será mais fácil anular, ou pelo menos reduzir, as desvantagens de cada um deles e maximizar as suas vantagens.

 

Princípio da Diversificação de Intervenientes

A avaliação das aprendizagens assenta na diversificação dos intervenientes no processo de avaliação.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

A avaliação é um processo em que se troca informação o mais diversificada possível para que se desenhem perfis fiéis dos alunos e se trace a sua evolução.

A justeza da opinião formada sobre cada aluno e a acuidade das decisões tomadas dependem da riqueza da informação colhida – obtida, também, pela partilha de dados, reduzindo subjectividades.

 

Correia (2004). Avaliação das aprendizagens – uma carta de princípios: Universidade de Aveiro.

 

Completo o que foi expostos com outro fragmento sobre avaliação:

“(...) a avaliação como componente integrante da actividade pedagógica, deve incidir sobre situações a que se deu ênfase no decurso da aprendizagem (...)”

Ministério da Educação, 1991, Programas do Ensino Secundário de Ciências da Terra e da Vida, Biologia e Geologia, pp31


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publicado por davidmonteiro às 16:53

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