Encontra-se aqui o primeiro esboço de uma grelha de avalliação.
Agora, é só analisar e completar/melhorar.
http://www.box.net/files#/files/0/f/432
Tarefas realizadas:
- Análise dos dois mapas conceptuais já elaborados.
- Construção do mapa conceptual global.
- Selecção das dimensões e dos critérios a privilegiar para a análise de recursos para QI (ver aqui).
Para a próxima aula (27 de Maio) o mapa conceptual global deve ficar concluído. Deve-se também continuar a completar e a analisar a tabela dos critérios para a análise de recursos para QI.
Neste momento o mapa conceptual encontra-se assim:
O nosso grupo fez o mapa conceitual segundo os topicos:
1- Objecto a avaliar e as funções do estudo da avaliação;
2- A natureza do estudo da avaliação;
3- Objectivos da avaliação;
4- Intervenientes.
Agora é so juntarmo-nos para fazer o final...
De: António Alves; Inês Isidoro; Lúcia Pereira; Mª Clara Clemente
Olá pessoal!
O nosso grupo fez o Mapa Conceptual baseado nos seguintes objectivos:
- Critérios e Indicadores
- Técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados
- Tratamento e análise dos dados recolhidos
- Conclusões
A parte das conclusões ainda não está completa, uma vez que devem estar de acordo com todos os objectivos. Assim aguardamos o vosso mapa de conceitos, para podermos em conjunto proceder às conclusões.
Bom trabalho!
Sem a orientação de uma tabela, só com base nos textos lidos e pesquisados, os três projectos foram classificados de seguinte forma:
Muito Bom:
Título do projecto: Geo_arte
Consultado: 21 de Abril de 2010
Links: http://moodle.crie.min-edu.pt/mod/book/v
Bom:
Título do projecto: Animação de Imagens
Consultado: 21 de Abril de 2010
Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/F
Mau:
Título do projecto: Tipo de Desenho
Consultado: 21 de Abril de 2010
Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/F
Este artigo apresenta um instrumento para avaliar a qualidade de um software educativo de Matemática, estabelecendo alguns critérios que ajudam o professor na tomada de decisão. Critérios esses, que na minha opinião se podem generalizar não só para a matemática mas para outras disciplinas.
Segundo Saraiva(1998) um software educativo deve ser escolhido criteriosamente para cumprir os objectivos e actividades propostas para a aula. Para que isso aconteça não basta ao professor saber utilizar um computador, mas sim saber as vantagens de utilização destas ferramentas na organização do pensamento e sociabilização do aluno [Pinto 1999].
Um factor importante para a adequada exploração de tais recursos é que a escola tome consciência de que a informática não pode ficar restrita a um “responsável pelo laboratório”, mas faça parte das disciplinas, numa abordagem interdisciplinar, fornecendo condições para sua efectiva utilização por parte dos professores e alunos [Lopes, Pinto and Veloso 1998].
O artigo chama ainda a atenção para a necessidade do software educativo permitir ao aluno explorá-lo e não ser do tipo “exercício e prática”, que pode ser interessante em situações de reforço da aprendizagem, mas que são limitativos da evolução do aluno.
Um Produto de Software é definido pela norma ISO/IEC 9126-1 [ISO9126-1 1997] como "uma entidade de software disponível para ser usada pelo utilizador" e, Qualidade de Software é definida como "a totalidade das características de um produto de software que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades explícitas e implícitas".
As características de funcionalidade, usabilidade, confiabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade foram estabelecidas pela Norma ISO/IEC 9126, publicada em 1991, sendo este o conjunto de atributos que permite avaliar e descrever a qualidade de um produto de software genérico [Tsukumo 1997].
Segundo Gladcheff (2001) são abordadas cinco modalidades distintas de software educativo (tutorial, simulação, sistema hipermédia, exercício e prática, jogo pedagógico). O artigo aqui exposto dedica-se apenas ao estudo da última modalidade.
Assim sendo apresentam-se resumidamente os aspectos a serem verificados em software educativo de Matemática:
-Aspectos Técnicos
Documentação/Manual do utilizador (Impresso ou on-line)
Software
-Aspectos Pedagógicos Gerais
O professor/educador deverá observar:
Quanto aos objectivos
Quanto à usabilidade
Quanto aos conceitos
Praticabilidade
-Aspectos a serem verificados no software educativo de Matemática do tipo jogo pedagógico
Objectivo Educativo / Vocabulário / Conceitos Matemáticos
Conteúdo
Usabilidade
Interactividade
Desafio
Aspectos Lúdicos
Aspectos Psicopedagógicos
Feedback
Desempenho do aluno
Exercícios
Apresentação de problemas
Referências:
Gladcheff, Zuffi, Dilma Silva (2001). Um Instrumento para Avaliação da Qualidade de Softwares Educacionais de Matemática para o Ensino Fundamental.
In: http://www.webgincana.com.br/HotSites/CT
Pontos abordados:
- Reflexão acerca do trabalho desenvolvido até à data, nomeadamente, a qualidade da participação no blog, a falta de interacção e a falta da realização atempada das tarefas;
- Clarificação/ redefinição do trabalho a desenvolver;
Tarefas a realizar até ao dia 20 de Maio:
- Construção de um mapa conceptual em grupo atendendo aos objectivos específicos da unidade curricular. Disponibilizar no blog até ao dia 13 de Maio, para depois entre o dia 13 e o dia 20 de Maio se discutir os mapas.
Grupo 1
António, Clara, Inês e Lúcia
Grupo 2
Ana Rita, Catarina, David e Raquel
Para a construção dos mapas conceptuais disponibilizamos o link do mindmeister e do cmap .
Extractos pertinentes de um livro de Correia(2004) sobre a avaliação das aprendizagens à luz da lei de Bases do Sistema Educativo, do Decreto-Lei n.º 6/2001, que estabelece os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens e o despacho Normativo n.º 30/2001, que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens, assim como os efeitos dessa avaliação.
A avaliação visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção da metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos.
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
Princípio da Equidade
in Decreto-Lei n. 6/2001
Princípio da Positividade
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
Nesta perspectiva, o avaliador coloca-se numa atitude de descoberta dos aspectos descritores da evolução do aluno face às expectativas.
Princípio da Melhoria
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
A avaliação das aprendizagens assenta na consistência entre os processos de trabalho e as aprendizagens e competências pretendidas através da utilização de modos e instrumentos de avaliação diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
A avaliação deve ser um processo coerente. O processo de avaliação é constituído por quatro fases – planificar a avaliação, recolher evidências, interpretar a evidência e usar a evidência – estas etapas estão perfeitamente ajustadas para formar um todo coerente.
Princípio da Transparência
A avaliação das aprendizagens assenta na transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicação dos critérios adoptados.
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
A informação acerca do processo de avaliação deve estar disponível para todos aqueles a que diz respeito a avaliação. Os alunos devem ter conhecimento da configuração do instrumento de avaliação e propósitos subjacentes.
Os resultados da avaliação, de carácter qualitativo e/ou classificação, deverão ser divulgados atempadamente e dadas informações úteis aos alunos sobre o seu trabalho.
Princípio da diversificação de procedimentos
A avaliação das aprendizagens utiliza modos e instrumentos de avaliação diversificados de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
Subjacente à diversificação de procedimentos de avaliação está a ideia de que a diversidade permite reduzir fragilidades inerentes à recolha de dados – variando os métodos e respectivos instrumentos de avaliação será mais fácil anular, ou pelo menos reduzir, as desvantagens de cada um deles e maximizar as suas vantagens.
Princípio da Diversificação de Intervenientes
A avaliação das aprendizagens assenta na diversificação dos intervenientes no processo de avaliação.
in Despacho-Normativo n.º 30/2001
A avaliação é um processo em que se troca informação o mais diversificada possível para que se desenhem perfis fiéis dos alunos e se trace a sua evolução.
A justeza da opinião formada sobre cada aluno e a acuidade das decisões tomadas dependem da riqueza da informação colhida – obtida, também, pela partilha de dados, reduzindo subjectividades.
Correia (2004). Avaliação das aprendizagens – uma carta de princípios: Universidade de Aveiro.
Completo o que foi expostos com outro fragmento sobre avaliação:
“(...) a avaliação como componente integrante da actividade pedagógica, deve incidir sobre situações a que se deu ênfase no decurso da aprendizagem (...)”