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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
Avaliar Software Educativo
Mestrado: Didáctica - Especialização em Tecnologia

Unidade Curricular: Avaliação de Produtos Multimédia Educativos

Docente: Dra. Maria João Loureiro

Mestrando: António José Coelho Alves

 

Avaliação de Software Educativo

 

Numa breve leitura efectuada à comunicação de Carlos Nogueira Fino na Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, realizada na Universidade do Minho em 2003 e postado in Actas da III conferência (pp.689-694), surgem aspectos que mereceram da nossa parte alguma reflexão e concordância com o autor. O artigo tem início com a avaliação de manuais escolares versus avaliação software educativo. Neste ponto, ainda não existem por parte do Ministério de Educação, orientações para analisar do ponto de vista "educacional", o software já rotulado de origem e, quanto a nós, ainda bem.Embora reconheçamos as elevadas expectativas sobre a utilização de software multimédia em contexto educativo, o seu grau de penetração efectivo nas nossas escolas, parece ser ainda muito reduzido. Alguns factores como o desconhecimento sobre o software e a incapacidade para identificar os produtos que lhes possam ser úteis, são apontados como causa para os problemas detectados e que, em nossa opinião, fomentar planos de formação ajudariam a resolver esses problemas.


 

Avaliar software educativo requer independência e precisão. O autor salienta a conceptualidade e arquitectura teórica subjacente a cada grelha de avaliação, próprias de cada autor das mesmas, reclamando até da perspectiva construtivista inerente às grelhas. O artigo ajuda-nos a ter uma percepção mais objectiva quanto ao uso de grelhas de avaliação, já que, estas possuem limitações como ferramentas de recolha de informação. Consideramos que será importante a definição muito clara, de critérios para avaliar software educativo, isto se, nos tentarmos, pela construção das nossas próprias grelhas. Um ponto que parece ser positivo, tendo em conta que, a agressividade do marketing de software dito educativo, apenas olha para a educação como um mercado a explorar . O autor segue, na sua análise, fazendo uma abordagem quanto à utilidade que os computadores devem ter em contextos educativos, considerando que qualquer software "educativo" ou não é bom, se ajudar o professor a criar contextos.


 

Quanto a nós, é importante não só, a definição de critérios de utilização. do ponto de vista pedagógico, interessa também averiguar que materiais e documentação acompanham a aplicação, quais os seus objectivos e a forma como estão elaborados, de que maneira podem contribuir para apoiar o aluno na aprendizagem e o próprio professor, por exemplo, em termos de sugestões de utilização e exploração didácticas. Estamos de acordo quando o autor refere a necessidade da envolvência do professor no processo de análise e, toda a informação daí resultante. esta será, de certeza, a estratégia correcta em ordem a uma maior e pedagogicamente adequada utilização de software educativo em actividades de natureza curricular.

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publicado por ajca às 18:45

editado por mjoao às 21:22

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De Telmo Tobias a 20 de Abril de 2010 às 16:58
Não percebo como é que em 2010 se pode ler um artigo de 2003 e projectar a situação a que o texto se refere no presente. Entretanto, caso desconheça, já foi publicado um estudo do ME sobre este assunto (SACAUSEF) e, muito mais importante do que isto, a oferta e adopção de recursos educativos digitais em 2010 não tem comparação com o que se vivia em 2003.


De mjoao a 22 de Abril de 2010 às 16:33
Viva!
Antes de mais agradeço o interesse e a mensagem que deixou, além do alerta para os recursos existentes no ME, decorrentes do Projecto SACAUSEF. Não deixou, no entanto, de provocar alguma perplexidade o facto de ter reagido ao resumo disponibilizado neste espaço – em concreto considerar que algumas das considerações feitas no artigo resumido não podem ser projectadas para 2010. Não as tendo explicitado, poder-se-á deduzir que se refere à utilização das TIC em contexto educativo (que o autor defende ser ainda reduzida). Será? Sendo esse o caso, chamo a atenção para os vários estudos de impacto da integração das TIC, feitos tanto a nível nacional como internacional. A título de exemplo e no que respeita ao nosso país, refira-se as conclusões do artigo publicado por Ramos et al. (2007), relativo à utilização de software livre nas escolas portuguesas (um dos artigos publicado nos cadernos SACAUSEF IV) e, mais recentemente, artigos na revista Educação, Formação e Tecnologias (Vol. 2, nº1 e 2), que mostram que a utilização de computadores portáteis, de LMS e de Quadros Interactivos (QI), é ainda muito incipiente. Os obstáculos são variados e passam como refere o autor do artigo resumido, entre outros, pelo desconhecimento dos recursos educativos digitais que existem, pela falta de formação de professores na área (nomeadamente ao nível da exploração destes recursos) e pela necessidade de avaliar os recursos existentes. É nesta última perspectiva que estamos a procurar dar o nosso pequeno contributo, focando-nos nos recursos para QI. Todas as ajudas são bem vindas.
Mais uma vez, obrigada pela sua reacção.
MJL


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