Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
pesquisar neste blog
posts recentes

Síntese da sessão do dia 18 de Setembro

Análise Reflexiva - Grupo 1

Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - Grupo 1

1º Ensaio (individual) na Avaliação de Recursos para Quadros Interactivos

Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - grupo 2

Mapa Conceptual actualizado

Síntese da sessão do dia 7 de Julho

Síntese da sessão do dia 25 de Junho

Síntese da sessão do dia 18 de Junho

Grelha para avaliação de recursos para QI

arquivos

Setembro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

tags

todas as tags

participar

participe neste blog

Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Objectivo - os objectivos da avaliação

No documento “Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA)” Baumgartner e Payr apresentam várias definições de avaliação. Segundo Worthen e Sanders (1987) a avaliação “é a determinação do valor de uma coisa”. Para Scriven (1991) “avaliação é o processo de determinação do mérito, do valor das coisas, e as avaliações são o produto desse processo”.


Para estes autores a avaliação apresenta alguns problemas nas suas etapas. Para apresentar esses problemas que o autor refere elaborei a seguinte tabela.




Lógica da avaliação:



Problemas das etapas:



Formulação de critérios de valor



Por maior que seja a lista de critérios, nada garante que eles possam ser independentes uns dos outros, nem que tenham igual importância. As longas listas não resolvem problemas.



Elaboração de normas



A elaboração de normas implica que os critérios sejam bem operacionalizados, o que ainda não foi feito para a maioria dos critérios aplicados na avaliação de software educativo. Tem por base três grandes níveis de padrões: necessidades e exigências, desejos e ideais.



Medição e comparação (análise)



A análise pode ser um pouco subjectiva, no entanto, segundo os autores, o subjectivismo pode se tornar um aspecto positivo uma vez que ajuda a integrar opiniões diferentes.



Juízo de valor (síntese)



A integração de critérios avaliados individualmente num juízo de valor implica uma definição prévia do papel ou do peso de cada critério. Esta integração deve ter por base os pressupostos teóricos que têm de orientar o processo de avaliação.




Para Khalifa, Bloor, Middelton e Jones (2000) o principal factor que proporciona uma melhor experiência de aprendizagem é a escolha de software em que haja a combinação entre educação e entretenimento. Para isso é necessário usá-lo e analisá-lo previamente.


Estes autores referem ainda que para Jones et al (1993) é crucial descobrir o que acontece com os alunos durante o uso do software.


Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora (2004) mencionam que os softwares educacionais também necessitam de avaliação tanto no que se refere a aspectos técnicos como pedagógicos.


 


Referências:


Baumgartner, P. & Payr, S. (1997). Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA). In: http://www.medidaprix.org/mdd_2001/easa-evaluation.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Khalifa, S., Bloor, C., Middelton, W., Jones, C. 2000. Educacional computer software, technical, criteria, and Quality. In: http://proc.isecon.org/2000/402/ISECON.2000.Khalifa.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010.



publicado por catarinaoliveira às 00:08

mais sobre os autores deste blog ...
Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSComentários do post