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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
Ensaio sobre a Avaliação

 Extractos pertinentes de um livro de Correia(2004) sobre a avaliação das aprendizagens à luz da lei de Bases do Sistema Educativo, do Decreto-Lei n.º 6/2001, que estabelece os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens e o despacho Normativo n.º 30/2001, que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens, assim como os efeitos dessa avaliação.

 

A avaliação visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção da metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Equidade

 O programa de Governo assume como objectivo estratégico a garantia de uma educação de base para todos, entendendo-a como início de um processo de educação e formação ao longo da vida[…]

in Decreto-Lei n. 6/2001

 As práticas de avaliação para a equidade têm em conta a diferença – a diversidade respeitante à proveniência étnica e social e identidade cultural, às condições físicas e intelectuais. E permitem modos diferentes de evidenciar as aprendizagens.

 

Princípio da Positividade

 A avaliação das aprendizagens assenta na valorização da evolução do aluno, nomeadamente ao longo de cada ciclo.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 A avaliação é um processo onde se recolhe evidência. Equacionada na perspectiva da positividade, faz sobressair os conhecimentos que os alunos possuem e as capacidades, aptidões e atitudes que lhes permitem usar esse conhecimento – as estratégias pessoais de colocar o saber em acção.

Nesta perspectiva, o avaliador coloca-se numa atitude de descoberta dos aspectos descritores da evolução do aluno face às expectativas.

 

Princípio da Melhoria

 A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Coerência

A avaliação das aprendizagens assenta na consistência entre os processos de trabalho e as aprendizagens e competências pretendidas através da utilização de modos e instrumentos de avaliação diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A avaliação deve ser um processo coerente. O processo de avaliação é constituído por quatro fases – planificar a avaliação, recolher evidências, interpretar a evidência e usar a evidência – estas etapas estão perfeitamente ajustadas para formar um todo coerente.

 

Princípio da Transparência

A avaliação das aprendizagens assenta na transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicação dos critérios adoptados.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A informação acerca do processo de avaliação deve estar disponível para todos aqueles a que diz respeito a avaliação. Os alunos devem ter conhecimento da configuração do instrumento de avaliação e propósitos subjacentes.

Os resultados da avaliação, de carácter qualitativo e/ou classificação, deverão ser divulgados atempadamente e dadas informações úteis aos alunos sobre o seu trabalho.

 

Princípio da diversificação de procedimentos


A avaliação das aprendizagens utiliza modos e instrumentos de avaliação diversificados de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


Subjacente à diversificação de procedimentos de avaliação está a ideia de que a diversidade permite reduzir fragilidades inerentes à recolha de dados – variando os métodos e respectivos instrumentos de avaliação será mais fácil anular, ou pelo menos reduzir, as desvantagens de cada um deles e maximizar as suas vantagens.

 

Princípio da Diversificação de Intervenientes

A avaliação das aprendizagens assenta na diversificação dos intervenientes no processo de avaliação.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

A avaliação é um processo em que se troca informação o mais diversificada possível para que se desenhem perfis fiéis dos alunos e se trace a sua evolução.

A justeza da opinião formada sobre cada aluno e a acuidade das decisões tomadas dependem da riqueza da informação colhida – obtida, também, pela partilha de dados, reduzindo subjectividades.

 

Correia (2004). Avaliação das aprendizagens – uma carta de princípios: Universidade de Aveiro.

 

Completo o que foi expostos com outro fragmento sobre avaliação:

“(...) a avaliação como componente integrante da actividade pedagógica, deve incidir sobre situações a que se deu ênfase no decurso da aprendizagem (...)”

Ministério da Educação, 1991, Programas do Ensino Secundário de Ciências da Terra e da Vida, Biologia e Geologia, pp31


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publicado por davidmonteiro às 16:53

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