Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
pesquisar neste blog
posts recentes

Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - Grupo 1

1º Ensaio (individual) na Avaliação de Recursos para Quadros Interactivos

Grelha para avaliação de recursos para QI

Grelha de avaliação de software

Mapa conceitual II

Avaliação de 3 projectos para Quadros Interactivos

Ensaio sobre a Avaliação

Sintese das leituras II

Continuação das Sinteses

Sinteses das leituras

arquivos

Setembro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

tags

todas as tags

participar

participe neste blog

Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Avaliação de Recursos Educativos Digitais para Quadros Interactivos - Grupo 1

O objectivo principal dos Quadros Interactivos é que professores e alunos façam uso deste de forma clara e objectiva.

Apesar dos Quadros Interactivos poderem ser usados como quadros normais, são os seus recursos adicionais de software, a sua interactividade e flexibilidade, que tornam estas tecnologias verdadeiramente interessantes: possibilitam mais oportunidades de interacção e discussão na sala de aula; tornam as aulas mais atractivas; aumentam a motivação através das mais variadas formas na utilização de recursos; e dão maior oportunidade de participação e colaboração. Desenvolvem assim nos alunos competências pessoais e sociais.

A qualidade dos recursos utilizados no Quadro Interactivo é um dos elementos fundamentais para o sucesso da aprendizagem. Como tal, surge a necessidade de haver um processo de avaliação do recurso a fim de analisar se este adequa-se ao processo de ensino-aprendizagem. A partir desta análise pode-se assegurar uma maior probabilidade de sucesso a nível educacional.

E foi esta a tarefa que nos foi proposta: construir de raíz uma grelha para avaliação dos recursos para Quadros Interactivos e depois de pronta, avaliar/analisar três recursos  para Quadros Interactivos, à nossa escolha.

Como forma de determinar a eficiência da sua aplicação, recorremos então a umavaliação orientada para o produto onde na impossibilidade da sua aplicação numa situação real em sala de aula, avaliamos os recursos de acordo com diferentes critérios que se encontram alojados na grelha por secções (aspectos gerais, aspectos de design, aspectos técnicos, e aspectos pedagógicos). Assim, identificamos com a ajuda destes critérios, eventuais aspectos negativos, bem como as características pedagógicas e técnicas de grau satisfatório.

Os critérios utilizados nesta avaliação surgiram de pesquisas e de leituras de textos referentes ao assunto e também, das orientações do Professor Carlos Vaz após uma primeira "tentativa".

Para a selecção dos critérios tivemos em conta que seriam avaliados recursos para Quadros Interactivos e não outro Software.

Após da grelha feita, seleccionamos três recursos disponibilizados na net pela empresa Promethean. Os três recursos seriam da disciplina de educação Visual e Tecnológica visto esta ser a nossa área profissional.

Segue-se então as nossa três avaliações:

http://www.box.net/shared/rdub22709m

http://www.box.net/shared/5t220e29zu

http://www.box.net/shared/d7mlzy1ajc

 

O Grupo: António Alves; Inês Isidoro; Lúcia Pereira; Maria Clara Clemente

 


tags: , ,

publicado por lmmp às 19:14

1º Ensaio (individual) na Avaliação de Recursos para Quadros Interactivos

1º Recurso Avaliado (Animais - 3º ano) - Recurso Razoável

http://www1.prometheanplanet.com/portuguese/server.php?show=ConResource.23301

Este recurso encontra-se muito simples e no meu entender com pouca qualidade estética. Contém instruções para o usuário nas entendo que este flipchart não permite uma utilização autónoma. Vejo-o mais como uma consolidação do tema abordado e como tal, deverá ser exposto e realizado na sala de aula com a presença do professor para que este possa dar feedback.

Não permite ainda o acesso a outras fontes de informação e actividades mas, no entanto, possibilita bastante o recurso a ferramentas próprias do software.

 

2º Recurso Avaliado (Seres vivos - 3º ano) - Recurso Bom

http://www1.prometheanplanet.com/portuguese/server.php?show=ConResource.23829

Este foi um dos recurso que observei que apresenta o contacto da pessoa que o realizou bem como um plano de aula para apoio pedagógico. este flipchart surgiu após a actividade realizada pois também teve a participação dos alunos.

É atractivo mas, não é muito explorável e existem hiperligações que não se encontram funcionáveis. Como consolidação do tema, este é um recurso adequado pois permite avaliar o conhecimento adquirido pelos alunos, no entanto, e apesar de facilitar a sua utilizção autónoma, este deveria apresentar instruções ao longo que se percorre a actividade.

 

3º Recurso Avaliado (Profissões - 2º ano) - Recurso Muito Bom

http://www1.prometheanplanet.com/portuguese/server.php?show=ConResource.25864

O recurso apresenta muito boa qualidade a nível técnico e design.

Apesar de não conter audio, este flipchart diversifica muito bem o formato visual motivando por isso os alunos. Dos que observei é dos poucos que apresenta uma  com os objectivos pretendidos, contudo, não apresenta conclusão.

Possibilita ao aluno e professor as ferramentas próprias do software e prmite a interacção entre aluno e professor. A qualidade dos conteúdos é muito boa e adequada à faixa etária, no entanto, não dá acesso a outras fontes de conhecimento e informação.

 

Por: Lúcia Pereira


tags: , ,

publicado por lmmp às 18:44

Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
Grelha para avaliação de recursos para QI

Boas...


Li os textos e fiz um esquema com as ideias principais.


http://www.box.net/shared/j4k0tivi9f


Quanto à grelha... Com o que li, pouco deu para acrescentar/melhorar.


http://www.box.net/shared/1792yfpvc7


Vejam e dêem feedback...


Cpmts


tags: , , , ,

publicado por lmmp às 21:40
8

Domingo, 23 de Maio de 2010
Grelha de avaliação de software

Encontra-se aqui o primeiro esboço de uma grelha de avalliação.


Agora, é só analisar e completar/melhorar.


http://www.box.net/files#/files/0/f/43271589/1/f_438997441


 


 


 


tags: , ,

publicado por iisidoro às 13:47
2

Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
Mapa conceitual II

O nosso grupo fez o mapa conceitual segundo os topicos:


1- Objecto a avaliar e as funções do estudo da avaliação;


2- A natureza do estudo da avaliação;


3- Objectivos da avaliação;


4- Intervenientes.


 



Agora é so juntarmo-nos para fazer o final...


 


De: António Alves; Inês Isidoro; Lúcia Pereira; Mª Clara Clemente


tags: , , , , ,

publicado por lmmp às 22:47

Quarta-feira, 12 de Maio de 2010
Avaliação de 3 projectos para Quadros Interactivos

Sem a orientação de uma tabela, só com base nos textos lidos e pesquisados, os três projectos foram classificados de seguinte forma:

 

Muito Bom:

     Título do projecto: Geo_arte

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://moodle.crie.min-edu.pt/mod/book/view.php?id=18996&chapterid=37

    

Bom:

     Título do projecto: Animação de Imagens

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/Forms/AllItems.aspx

 

Mau:

     Título do projecto: Tipo de Desenho

     Consultado: 21 de Abril de 2010

     Links: http://www.aceav.pt/blogs/flp/Flipcharts/Forms/AllItems.aspx


tags: ,

publicado por iisidoro às 09:01

Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
Ensaio sobre a Avaliação

 Extractos pertinentes de um livro de Correia(2004) sobre a avaliação das aprendizagens à luz da lei de Bases do Sistema Educativo, do Decreto-Lei n.º 6/2001, que estabelece os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens e o despacho Normativo n.º 30/2001, que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens, assim como os efeitos dessa avaliação.

 

A avaliação visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção da metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Equidade

 O programa de Governo assume como objectivo estratégico a garantia de uma educação de base para todos, entendendo-a como início de um processo de educação e formação ao longo da vida[…]

in Decreto-Lei n. 6/2001

 As práticas de avaliação para a equidade têm em conta a diferença – a diversidade respeitante à proveniência étnica e social e identidade cultural, às condições físicas e intelectuais. E permitem modos diferentes de evidenciar as aprendizagens.

 

Princípio da Positividade

 A avaliação das aprendizagens assenta na valorização da evolução do aluno, nomeadamente ao longo de cada ciclo.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 A avaliação é um processo onde se recolhe evidência. Equacionada na perspectiva da positividade, faz sobressair os conhecimentos que os alunos possuem e as capacidades, aptidões e atitudes que lhes permitem usar esse conhecimento – as estratégias pessoais de colocar o saber em acção.

Nesta perspectiva, o avaliador coloca-se numa atitude de descoberta dos aspectos descritores da evolução do aluno face às expectativas.

 

Princípio da Melhoria

 A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

 

Princípio da Coerência

A avaliação das aprendizagens assenta na consistência entre os processos de trabalho e as aprendizagens e competências pretendidas através da utilização de modos e instrumentos de avaliação diversificados, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A avaliação deve ser um processo coerente. O processo de avaliação é constituído por quatro fases – planificar a avaliação, recolher evidências, interpretar a evidência e usar a evidência – estas etapas estão perfeitamente ajustadas para formar um todo coerente.

 

Princípio da Transparência

A avaliação das aprendizagens assenta na transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicação dos critérios adoptados.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


A informação acerca do processo de avaliação deve estar disponível para todos aqueles a que diz respeito a avaliação. Os alunos devem ter conhecimento da configuração do instrumento de avaliação e propósitos subjacentes.

Os resultados da avaliação, de carácter qualitativo e/ou classificação, deverão ser divulgados atempadamente e dadas informações úteis aos alunos sobre o seu trabalho.

 

Princípio da diversificação de procedimentos


A avaliação das aprendizagens utiliza modos e instrumentos de avaliação diversificados de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001


Subjacente à diversificação de procedimentos de avaliação está a ideia de que a diversidade permite reduzir fragilidades inerentes à recolha de dados – variando os métodos e respectivos instrumentos de avaliação será mais fácil anular, ou pelo menos reduzir, as desvantagens de cada um deles e maximizar as suas vantagens.

 

Princípio da Diversificação de Intervenientes

A avaliação das aprendizagens assenta na diversificação dos intervenientes no processo de avaliação.

in Despacho-Normativo n.º 30/2001

A avaliação é um processo em que se troca informação o mais diversificada possível para que se desenhem perfis fiéis dos alunos e se trace a sua evolução.

A justeza da opinião formada sobre cada aluno e a acuidade das decisões tomadas dependem da riqueza da informação colhida – obtida, também, pela partilha de dados, reduzindo subjectividades.

 

Correia (2004). Avaliação das aprendizagens – uma carta de princípios: Universidade de Aveiro.

 

Completo o que foi expostos com outro fragmento sobre avaliação:

“(...) a avaliação como componente integrante da actividade pedagógica, deve incidir sobre situações a que se deu ênfase no decurso da aprendizagem (...)”

Ministério da Educação, 1991, Programas do Ensino Secundário de Ciências da Terra e da Vida, Biologia e Geologia, pp31


tags:

publicado por davidmonteiro às 16:53

Terça-feira, 13 de Abril de 2010
Sintese das leituras II

Avaliação do software educativo? Porquê?

 

 

 

 

Objecto da avaliação:
Neste artigo é referida a avaliação de um software educativo “Cálculo Mental” da editorial Verbo-Mind. A amostra em estudo foi de vinte e um sujeitos que se encontravam no 4.º ano de escolaridade de uma escola do 1.º ciclo da zona de Leiria.
 
Objectivos da avaliação:
Devido à grande oferta de produtos que existem no mercado, muitos concebidos com fins comerciais há a necessidade de os professores avaliarem os softwares antes de os utilizarem na sala de aula de forma a verificarem o seu potencial pedagógico.
 
 
Tipos de Avaliação:
Para fazerem a avaliação recorreram a uma grelha de observação com o objectivo de responder a algumas perguntas colocadas pela Ficha de Síntese de Potencial, construída no âmbito do projecto Pedactice e um questionário. Podem consultar a ficha aqui.
 
O que é considerado software educativo?
 
Programa de computador, manual de utilizador e outros manuais de suporte.
Um software educativo deve ser construído por um conjunto variado de pessoas, com diferentes formações base, nomeadamente professores e programadores.
Um software educativo é um produto concebido para o ensino aprendizagem. Deve por isso, ter em conta as capacidades e o nível de desenvolvimento cognitivo dos utilizadores e ser centrado no currículo.

 

Os professores devem analisar criticamente todos os softwares e usar estratégias de exploração didácticas que possibilitem contornar possíveis falhas sempre que necessário.  

 

 

Ferreira, C. C. D. (2004). Avaliação do Software Educativo: Porquê? , Escola Superior de Educação de Leiria

 


tags: , ,

publicado por ritavital às 20:07

Quinta-feira, 8 de Abril de 2010
Continuação das Sinteses

        4) ANÁLISE DA INTEGRAÇÃO DE MULTIPLOS FORMATOS NO SOFTWARE EDUCATIVO MULTIMÉDIA

 Objecto de Avaliação - Integração do texto, imagem, video e som, na informação disponivel nos softwares educativos.

Objectivo da Avaliação - Avaliar se os diferentes formatos optimizam o processo de ensino-aprendizagem e se estes possibilitam maior interactividade por parte dos seus utilizadores.

Para qua a multimédia tenha eficiência comunicativa é determinante o modo de integração do texto, imagem, video e som na informação.

O acesso flexivel à informação e o facto de estarem integrados num mesmo documento, múltiplos formatos (texto, imagem, video e som), fazem destes documentos actrativos suportes de informação que irão optimizar o processo de ensino-aprendizagem e revolucionar a forma de encarar o processo didáctico. Estes documentos, ou seja, os softwares educativos, caracterizam-se por um elevado grau de interactividade e por uma organização não linear da informação, permitindo o acesso a grandes quantidades de informação em diversas formas (texto, imagem, video e som) de uma forma diversificada e respeitando os interesses e o ritmo de progresso dos alunos.

Promovendo a aprendizagem através de actividades lúdicas e criativas os softwares educativos necessitam de uma combinação de elementos de entretenimento e educação.

             - Algumas orientações sobre os formatos (texto, grafismo, video, som e cor) na apresentação da informação:

Texto - frases curtas e claras; apresentado em pequenos e concisos blocos de informação; usar titulos e cabeçalhos para expor as ideias principais; evitar a utilização de abreviaturas, siglas e iniciais; utilizar vocabulário adequado ao público alvo; usar desenhos e ilustrações para complementar o texto; usar hiperligações; combinar cores com texto e fundo; etc.

Grafismo - utilizar imagem para compreensão do texto; a imagem deve explicar um conte não limitar-se a mostra-lo; legendar os grafismos; evitar usar imagens com muitos pormenores; etc.

Animação - usar animação para reforção uma informação relevante; usar animação para demonstrar conceitos; usar a animação para motivar e reforçar a aprendizagem; permitir que o utilizador manipule os objectos/animação; etc.

Vídeo - Usar o vídeo para demonstrar processos ou funcionamento de um objecto; demonstrar experiências; etc.

Som - usar som com moderação; usar icones para activar/desactivar; usar som para orientar a navegação e dar instruções; usar musica para dar ritmo à apresentação; usar voz como substituíção de texto quando o espaço do ecrã é limitado; usar o som com moderação; etc.

Cor - Evitar o recurso a mais de 7 cores em todo o documento; usar cores macias e neutras; fazer com que os elementos do ecrã tenham contraste; permitir ao utilizador alterar a paleta das cores; evitar utilizar a cor como único elemento de discriminação; etc

Referências:

  1. Afonso, R., "Análise da integração de múltiplos formatos no software educativo multimédia", Dissertação de Mestrado em Educação, Universidade do Minho, Braga, 2004. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/2670/1/An%C3%A1lise%20da%20integra%C3%A7%C3%A3o%20de%20m%C3%BAltiplos%20formatos%20no%20software%20ed%E2%80%A6.pdf

 

        5) TOWARDS CAPTURING COMPLEXITY: AN INTERACTIVE FRAMEWORK FOR  INSTITUTIONAL  EVALUATION

Objecto de Avaliação - O ambiente virtual de aprendizagem (efeitos da usabilidade dos softwares educativos).

Objectivos da avaliação:

        - Guiar o desenvolvimento da tecnologia e o pessoal associado ao desenvolvimento educacional;

        - Informar a tomada de decisões em torno de políticas e práticas em relação ao ensino e aprendizagem;

        - Divulgar experiências para a comunidade escolar e oferecer uma contribuíção para a teoria de construção na área da tecnologia no ensino e aprendizagem.

O estudo da avaliação tem de ser "autêntico" na medida em que há a necessidade de capturar o efeitos vindos desse ambiente virtual de aprendizagem.

Para uma avaliação poderá-se recorrer a vários métodos de recolha de dados/informação:

        - Questionários;

        - Entrevistas estruturadas;

        - Observação participante;

        - Análise de incidentes criticos;

        - Acompanhamento do aluno;

        - feedback dos alunos e toda a comunidade envolvente;

        - ... 

Referências:

  1. Deepwell, F., "Towards Capturing Complexity: an interactive framework for institutional evaluation", Educational Technology & Society, Centre for Higher Education Development, Coventry University, United Kingdom, 2002.

                  http://www.ifets.info/journals/5_3/deepwell.html


tags: , , ,

publicado por lmmp às 21:05

Sinteses das leituras

        1) AVALIAR SOFTWARE EDUCATIVO

        2)A IMPORTÂNCIA DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE SOFTWARE EDUCATIVO

Objecto de Avaliação - Softwares educativos no processo ensino-aprendizagem.

Software Educativo é um produto específico para o ensino-aprendizagem, envolvendo programas e outros materiais de suporte multimédia.

           Tipos de Softares Educativos: tutoriais; programação; aplicativos; exercícios e práticas; multimédia e internet; simulação e modelagem; e jogos educativos.

Objectivo de Avaliação - Avaliar os aspectos pedagógicos e tecnológicos do software educativo e informar e orientar as escolas na selecção e uso do software. Identificar eventuais aspectos negativos e contribuir para uma base de conhecimento científico-pedagógico disponível à comunidade educativa...

Aparentemente os softwares podem ser  interessantes, mas na realidade podem não se adequar aos curriculos existentes. Como tal, é relevante avaliar os aspectos pedagógicos que devem estar embutidos no software educativo, analisando:

     - Linguagem e adequação étaria a que se propõe;

     - Estimulo à interactividade na resolução de problemas;

     - Capacidade de gerar concentração e motivação;

     - Gerar autonimia na aprendizagem;

     - Proporcionar interactividade;

     - etc.

Porém, a avaliação vai além da análise de aspectos pedagógicos. É necessário analisar também os aspectos técnicos, sendo pertinentes os seguintes:

     - Design do software;

     - Identificação da modalidade e o objectivo do software;

     - Instruções e  programas de instalação;

     - Organização gráfica;

     - Disponibilização online do suporte tecnico;

     - etc.      

Referências:

  1. Fino, C., "Avaliar Software Educativo", Actas da III Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Universidade do Minho, Braga, 2003. http://www3.uma.pt/carlosfino/publicacoes/16.pdf
  2. Nascimento, M., "Avaliação de Softwares Educativos: Aspectos Relevantes", Revista e-Curriculum, Universidade Católica de São Paulo, 2007.  http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/766/76620208.pdf

 

        3) EVALUATING EDUCATIONAL SOFTWARE AND WEB PAGES

Objecto de Avaliação - Conteúdos inseridos nos softwares educativos.

A finalidade principal de um software educativo deve ser encarado como uma porta de entrada para uma forte gama de recursos educativos, com o potencial de complementar, de forma eficaz, o processo ensino-aprendizagem. No entanto, é fundamental no processo de desenvolvimento do software educativo alguns requisitos para assegurar a qualidade dos conteúdos disponíveis, bem como a sua usabilidade.

Requisitos:

     - Dados Gerais

-Qual a origem do portal?

-Qual o publico alvo?

-Será que tem nome de autores e contactos?

-Permite o registro do usuário?

-etc.

     - Informação e Conteúdo

- Qual a informação disponível?

- É actualizado com frequência?

- Contém links exteriores?

- Tem exercícios educativos?

- etc.

     - Usabilidade

- O conteúdo está organizado correctamente?

- Permite pesquisa interna?

- O menu encontra-se sempre visivel?

- etc.

Em suma, os responsáveis pelos softwares e websites educativos necessitam estabelecer critérios de qualidade, permitindo aos seus utilizadores, uma melhor funcionalidade e utilidade desses softwares.

 Referências:

  1. Junior, J. & Coutinho, C., "The conception of a rubric to evaluate educational portals on the web", Universidade do Minho, Braga. http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7765/1/758.pdf

 


tags: , ,

publicado por lmmp às 18:05


mais sobre os autores deste blog ...
Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSTag avaliação