Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
pesquisar neste blog
posts recentes

Mapa Conceptual actualizado

Mapa Conceptual

Objectivo - as técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

Avaliar Software Educativo

arquivos

Setembro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

tags

todas as tags

participar

participe neste blog

Quarta-feira, 21 de Julho de 2010
Mapa Conceptual actualizado

 Mapa de conceitos actualizado


tags: ,

publicado por davidmonteiro às 23:00

Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
Mapa Conceptual

Olá pessoal!

O nosso grupo fez o Mapa Conceptual baseado nos seguintes objectivos:

- Critérios e Indicadores

- Técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

- Tratamento e análise dos dados recolhidos

- Conclusões

 

A parte das conclusões ainda não está completa, uma vez que devem estar de acordo com todos os objectivos. Assim aguardamos o vosso mapa de conceitos, para podermos em conjunto proceder às conclusões.

Bom trabalho!

 

 


tags: , , , , ,

publicado por catarinaoliveira às 17:38

Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Objectivo - as técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

 




No que se refere a métodos para a avaliação de Software Educativo, Silva (2000) apresenta os seguintes, segundo Begoña e Spector (1994):


·         Avaliação orientada para o produto


·         Avaliação orientada para o usuário


·         Avaliação orientada para o contexto


·         Avaliação analítica


·         Avaliação por peritos


·         Avaliação observacional


·         Avaliação por inspecção


·         Avaliação experimental




Por sua vez, Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora referem que para avaliar um produto de um software devemos analisar diversas características como as características na série de normas NBR ISO/IEC 9126 [ABNT 2003].  “As normas ISSO constituem um modelo de qualidade de software genérico, sem levar em consideração as especificidades do sector de aplicação do software a ser avaliado” (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).


Mais à frente apresentam as seguintes metodologias de Avaliação de Softwares educacionais:


Gamez (1998) – Técnica de Inspecção de Conformidade Ergonômica de Software Educacional (TICESE). Baseia-se na orientação do avaliador na realização de inspecção de conformidade ergonômica dos softwares. Recorre a um “formulário de inspecção” que consiste numa checklist.


Gladcheff (2001) – Questionário para avaliar o ensino da Matemática no Ensino Fundamental (considerando aspectos técnicos, aspectos relacionados com a educação em termos gerais e aspectos específicos da Matemática). Sugere também a elaboração de um relatório final da avaliação.


Oliveira (2001) – Checklist. Tratamento quantitativo de dados, tendo em conta aspectos técnicos e pedagógicos.


Batista (2004) – SoftMat, adaptada de Gladcheff (2001) e Gamez (1998). É composta por uma checklist disposta em cinco blocos que consideram as normas técnicas da ISO. Tratamento quantitativo de dados.


Nos seguintes links podemos observar algumas ajudas que encontrei para percebermos um pouco melhor as norma ISO:


·         http://www.powerpoint-search-engine.com/normas-de-qualidade-iso-9126-ppt.html


·         http://php.cin.ufpe.br/~laps/laps/arquivo/arquivo_13.pdf





Referências:



Silva, C. M. T. (2002). Avaliação de Software Educacional. In: http://www.revistaconecta.com/conectados/christina_avaliacao.htm. Consultado em: 15 de Abril de 2010. 



Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010.


 


tags: , , , ,

publicado por catarinaoliveira às 00:22
2

Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
Avaliar Software Educativo
Mestrado: Didáctica - Especialização em Tecnologia

Unidade Curricular: Avaliação de Produtos Multimédia Educativos

Docente: Dra. Maria João Loureiro

Mestrando: António José Coelho Alves

 

Avaliação de Software Educativo

 

Numa breve leitura efectuada à comunicação de Carlos Nogueira Fino na Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, realizada na Universidade do Minho em 2003 e postado in Actas da III conferência (pp.689-694), surgem aspectos que mereceram da nossa parte alguma reflexão e concordância com o autor. O artigo tem início com a avaliação de manuais escolares versus avaliação software educativo. Neste ponto, ainda não existem por parte do Ministério de Educação, orientações para analisar do ponto de vista "educacional", o software já rotulado de origem e, quanto a nós, ainda bem.Embora reconheçamos as elevadas expectativas sobre a utilização de software multimédia em contexto educativo, o seu grau de penetração efectivo nas nossas escolas, parece ser ainda muito reduzido. Alguns factores como o desconhecimento sobre o software e a incapacidade para identificar os produtos que lhes possam ser úteis, são apontados como causa para os problemas detectados e que, em nossa opinião, fomentar planos de formação ajudariam a resolver esses problemas.


 

Avaliar software educativo requer independência e precisão. O autor salienta a conceptualidade e arquitectura teórica subjacente a cada grelha de avaliação, próprias de cada autor das mesmas, reclamando até da perspectiva construtivista inerente às grelhas. O artigo ajuda-nos a ter uma percepção mais objectiva quanto ao uso de grelhas de avaliação, já que, estas possuem limitações como ferramentas de recolha de informação. Consideramos que será importante a definição muito clara, de critérios para avaliar software educativo, isto se, nos tentarmos, pela construção das nossas próprias grelhas. Um ponto que parece ser positivo, tendo em conta que, a agressividade do marketing de software dito educativo, apenas olha para a educação como um mercado a explorar . O autor segue, na sua análise, fazendo uma abordagem quanto à utilidade que os computadores devem ter em contextos educativos, considerando que qualquer software "educativo" ou não é bom, se ajudar o professor a criar contextos.


 

Quanto a nós, é importante não só, a definição de critérios de utilização. do ponto de vista pedagógico, interessa também averiguar que materiais e documentação acompanham a aplicação, quais os seus objectivos e a forma como estão elaborados, de que maneira podem contribuir para apoiar o aluno na aprendizagem e o próprio professor, por exemplo, em termos de sugestões de utilização e exploração didácticas. Estamos de acordo quando o autor refere a necessidade da envolvência do professor no processo de análise e, toda a informação daí resultante. esta será, de certeza, a estratégia correcta em ordem a uma maior e pedagogicamente adequada utilização de software educativo em actividades de natureza curricular.

tags:

publicado por ajca às 18:45

editado por mjoao às 21:222


mais sobre os autores deste blog ...
Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSTag avaliar software educativo