Olá pessoal!
O nosso grupo fez o Mapa Conceptual baseado nos seguintes objectivos:
- Critérios e Indicadores
- Técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados
- Tratamento e análise dos dados recolhidos
- Conclusões
A parte das conclusões ainda não está completa, uma vez que devem estar de acordo com todos os objectivos. Assim aguardamos o vosso mapa de conceitos, para podermos em conjunto proceder às conclusões.
Bom trabalho!
No que se refere a métodos para a avaliação de Software Educativo, Silva (2000) apresenta os seguintes, segundo Begoña e Spector (1994): · Avaliação orientada para o produto · Avaliação orientada para o usuário · Avaliação orientada para o contexto · Avaliação analítica · Avaliação por peritos · Avaliação observacional · Avaliação por inspecção · Avaliação experimental
Por sua vez, Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora referem que para avaliar um produto de um software devemos analisar diversas características como as características na série de normas NBR ISO/IEC 9126 [ABNT 2003]. “As normas ISSO constituem um modelo de qualidade de software genérico, sem levar em consideração as especificidades do sector de aplicação do software a ser avaliado” (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).
Mais à frente apresentam as seguintes metodologias de Avaliação de Softwares educacionais:
Gamez (1998) – Técnica de Inspecção de Conformidade Ergonômica de Software Educacional (TICESE). Baseia-se na orientação do avaliador na realização de inspecção de conformidade ergonômica dos softwares. Recorre a um “formulário de inspecção” que consiste numa checklist.
Gladcheff (2001) – Questionário para avaliar o ensino da Matemática no Ensino Fundamental (considerando aspectos técnicos, aspectos relacionados com a educação em termos gerais e aspectos específicos da Matemática). Sugere também a elaboração de um relatório final da avaliação.
Oliveira (2001) – Checklist. Tratamento quantitativo de dados, tendo em conta aspectos técnicos e pedagógicos.
Batista (2004) – SoftMat, adaptada de Gladcheff (2001) e Gamez (1998). É composta por uma checklist disposta em cinco blocos que consideram as normas técnicas da ISO. Tratamento quantitativo de dados.
Nos seguintes links podemos observar algumas ajudas que encontrei para percebermos um pouco melhor as norma ISO:
· http://www.powerpoint-search-engine.com/n
· http://php.cin.ufpe.br/~laps/laps/arquiv
Referências:
Silva, C. M. T. (2002). Avaliação de Software Educacional. In: http://www.revistaconecta.com/conectados/c
Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/p
Unidade Curricular: Avaliação de Produtos Multimédia Educativos
Docente: Dra. Maria João Loureiro
Mestrando: António José Coelho Alves
Avaliação de Software Educativo
Numa breve leitura efectuada à comunicação de Carlos Nogueira Fino na Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, realizada na Universidade do Minho em 2003 e postado in Actas da III conferência (pp.689-694), surgem aspectos que mereceram da nossa parte alguma reflexão e concordância com o autor. O artigo tem início com a avaliação de manuais escolares versus avaliação software educativo. Neste ponto, ainda não existem por parte do Ministério de Educação, orientações para analisar do ponto de vista "educacional", o software já rotulado de origem e, quanto a nós, ainda bem.Embora reconheçamos as elevadas expectativas sobre a utilização de software multimédia em contexto educativo, o seu grau de penetração efectivo nas nossas escolas, parece ser ainda muito reduzido. Alguns factores como o desconhecimento sobre o software e a incapacidade para identificar os produtos que lhes possam ser úteis, são apontados como causa para os problemas detectados e que, em nossa opinião, fomentar planos de formação ajudariam a resolver esses problemas.