Espaço de interacção e de registo dos percursos efectuados na UC de avaliação de produtos multimédia educativos no ano lectivo de 2009/2010.
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010
Síntese da sessão da aula de 20 de Maio

Tarefas realizadas:

- Análise dos dois mapas conceptuais já elaborados.

- Construção do mapa conceptual global. 

- Selecção das dimensões e dos critérios a privilegiar para a análise de recursos para QI (ver aqui).

 

Para a próxima aula (27 de Maio) o mapa conceptual global deve ficar concluído. Deve-se também continuar a completar e a analisar a tabela dos critérios para a análise de recursos para QI.

 

 

Neste momento o mapa conceptual encontra-se assim:

Mapa Conceptual Global


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publicado por catarinaoliveira às 10:36
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
Mapa Conceptual

Olá pessoal!

O nosso grupo fez o Mapa Conceptual baseado nos seguintes objectivos:

- Critérios e Indicadores

- Técnicas e instrumentos a utilizar na recolha de dados

- Tratamento e análise dos dados recolhidos

- Conclusões

 

A parte das conclusões ainda não está completa, uma vez que devem estar de acordo com todos os objectivos. Assim aguardamos o vosso mapa de conceitos, para podermos em conjunto proceder às conclusões.

Bom trabalho!

 

 


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publicado por catarinaoliveira às 17:38

Sábado, 8 de Maio de 2010
Os Critérios e Indicadores

Este artigo apresenta um instrumento para avaliar a qualidade de um software educativo de Matemática, estabelecendo alguns critérios que ajudam o professor na tomada de decisão. Critérios esses, que na minha opinião se podem generalizar não só para a matemática mas para outras disciplinas.


Segundo Saraiva(1998) um software educativo deve ser escolhido criteriosamente para cumprir os objectivos e actividades propostas para a aula. Para que isso aconteça não basta ao professor saber utilizar um computador, mas sim saber as vantagens de utilização destas ferramentas na organização do pensamento e sociabilização do aluno [Pinto 1999].


Um factor importante para a adequada exploração de tais recursos é que a escola tome consciência de que a informática não pode ficar restrita a um “responsável pelo laboratório”, mas faça parte das disciplinas, numa abordagem interdisciplinar, fornecendo condições para sua efectiva utilização por parte dos professores e alunos [Lopes, Pinto and Veloso 1998].


O artigo chama ainda a atenção para a necessidade do software educativo permitir ao aluno explorá-lo e não ser do tipo “exercício e prática”, que pode ser interessante em situações de reforço da aprendizagem, mas que são limitativos da evolução do aluno.


Um Produto de Software é definido pela norma ISO/IEC 9126-1 [ISO9126-1 1997] como "uma entidade de software disponível para ser usada pelo utilizador" e, Qualidade de Software é definida como "a totalidade das características de um produto de software que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades explícitas e implícitas".


As características de funcionalidade, usabilidade, confiabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade foram estabelecidas pela Norma ISO/IEC 9126, publicada em 1991, sendo este o conjunto de atributos que permite avaliar e descrever a qualidade de um produto de software genérico [Tsukumo 1997].


Segundo Gladcheff (2001) são abordadas cinco modalidades distintas de software educativo (tutorial, simulação, sistema hipermédia, exercício e prática, jogo pedagógico). O artigo aqui exposto dedica-se apenas ao estudo da última modalidade.


Assim sendo apresentam-se resumidamente os aspectos a serem verificados em software educativo de Matemática:


-Aspectos Técnicos


                Documentação/Manual do utilizador (Impresso ou on-line)


                Software




-Aspectos Pedagógicos Gerais


O professor/educador deverá observar:


                Quanto aos objectivos


                Quanto à usabilidade


                Quanto aos conceitos


                Praticabilidade




-Aspectos a serem verificados no software educativo de Matemática do tipo jogo pedagógico


                Objectivo Educativo / Vocabulário / Conceitos Matemáticos


                Conteúdo


                Usabilidade


                Interactividade


                Desafio


                Aspectos Lúdicos


                Aspectos Psicopedagógicos


                Feedback


                Desempenho do aluno


                Exercícios


                Apresentação de problemas



 


Referências:


Gladcheff, Zuffi, Dilma Silva (2001). Um Instrumento para Avaliação da Qualidade de Softwares Educacionais de Matemática para o Ensino Fundamental.


In: http://www.webgincana.com.br/HotSites/CTA/_laboratorios/lemc/artigoWIE2001.pdf. Consultado em 8 de Maio de 2010.


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publicado por davidmonteiro às 17:39

Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Objectivo - os critérios e indicadores

Os autores Hall e Martin, (1999, p. 189) referem que os critérios são necessários para orientar os professores na selecção de software (Khalifa et al, 2000).


Khalifa et al (2000) mencionam que a selecção de software para uso em sala de aula deve ser orientada pelas necessidades de aprendizagem dos alunos. O software deve tornar a aprendizagem mais fácil, fornecendo ajuda adequada, clara instrução, feedback útil e opção de correcção dos erros.


Para estes autores o software deve apresentar as seguintes características gerais:


- Facilidade de uso


- Direccionado e adaptado às características das crianças.


- Educacional


- Divertido


- Design Features


- Valor / Custo


Por outro lado, deve também apresentar várias características necessárias, uma vez que deve ser de fácil instalação e deve ter a possibilidade de gravação do que foi feito.


Khalifa et al (2000) referem ainda que o software deve oferecer às crianças uma educação sólida e altamente motivadora.


No que se refere aos critérios para escolher software mencionam a utilização de uma checklist. Baumgartner e Payr (1997) apresentam algumas vantagens e desvantagens das mesmas, às quais também dá o nome de listas de verificação. Como vantagens referem que são económicas, fáceis de organizar e objectivas. Como desvantagens mencionam que a decisão pode não ser a mais objectiva, uma vez que cabe ao avaliador inferir segundo aquilo que se encontra nas checklist.


Estes últimos autores apresentam dois métodos para a ponderação de critérios na avaliação do produto:


Numerical Weight and Sum (NWS)


Forma geral chama-se “multiattribute utility analysis” (Scriven 1991b)


- Existe uma escala para a relevância (peso) de cada critério.


- O avaliado é avaliado para cada critério.


- A avaliação multiplicada pelo peso dá o resultado para cada critério, os resultados são somados para cada avaliado.


- O resultado final é um número único para cada avaliado.


Este método tem alguns problemas intrínsecos, como na assunção de uma escala linear de utilidade para todos os critérios, aquando da explicação e agregação dos valores numéricos, uma vez que é uma suposição claramente errada.


Qualitative Weight and Sum (QWS)


Este método alternativo supera as dificuldades metodológicas da abordagem numérica e consiste em três etapas:


1.º passo: Construir a lista de critérios


2.º passo: Ponderação dos critérios


3.º passo: Ranking


Trata-se de um método complexo e não oferece um claro algoritmo de decisão. Às vezes necessita de ser aplicado várias vezes e as avaliações têm que ser refeitas em função dos resultados anteriores.


Segundo Campos e Campos (2001) na avaliação de um software educacional devem se considerar os seguintes aspectos: características pedagógicas, facilidade de uso, características de interface, adaptabilidade, documentação, portabilidade e retorno do investimento. Além disto, referem ainda que também se devem considerar como critérios o preço acessível, a disponibilidade no mercado, a possibilidade de obtenção de cópias, os convénios e a análise de versões demonstrativas (Batista, Barcelos, Rapkiewicz e Hora 2004).


 


Referências:


Khalifa, S., Bloor, C., Middelton, W., Jones, C. 2000. Educacional computer software, technical, criteria, and Quality. In: http://proc.isecon.org/2000/402/ISECON.2000.Khalifa.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010. 


BAUMGARTNER, P. & PAYR, S. (1997). Methods and practice of software evaluation: The case of the European Academic Software Award (EASA). In: http://www.medidaprix.org/mdd_2001/easa-evaluation.pdf. Consultado em: 09 de Março de 2010.


Batista, S., Barcelos, G., Rapkiewicz, C., Hora, H. (2004). Avaliar é Preciso: o caso de softwares educacionais para Matemática no Ensino Médio. In: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2378.pdf. Consultado em: 15 de Abril de 2010. 


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publicado por catarinaoliveira às 00:20


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